Circular Logging – Exchange 2010

Embora não seja recomendável como uma boa prática, você pode configurar o Exchange para economizar espaço em disco, permitindo que o registo circular. Log circular permite que o Exchange sobrescreva arquivos de log de transações (Transaction Logs) depois que os dados que contêm os arquivos de log tem sido comprometida com o banco de dados.

No Exchange 2010, o log circular está desativado por padrão. , Permitindo-lhe, você reduz requisitos de espaço de armazenamento. No entanto, sem um conjunto completo de arquivos de log de transações, você não pode recuperar os dados mais recentes do que o último backup completo. Portanto, em um ambiente de produção normal, log circular não é recomendado.

No log de transações padrão usado pelo Exchange 2010, cada transação de banco de dados são gravados em um arquivo de log e depois para o banco de dados. Quando um arquivo de log atinge um megabyte de tamanho, ele é renomeado e um novo arquivo de log é criado. Ao longo do tempo, isso resulta em um conjunto de arquivos de log. Se o Exchange pára inesperadamente, você pode recuperar as transações por repetir os dados desses arquivos de log no banco de dados. Log circular substitui e reutiliza o primeiro arquivo de log após os dados que ela contém foi escrito ao banco de dados.

Use o EMC para configurar as propriedades de banco de dados de caixa de correio
Você precisa ter permissões que você pode executar este procedimento. Para ver o que permissões que você precisa, consulte o “Caixa de Correio do banco de dados” no tópico Permissões de Caixa de Correio.

1.In árvore do console, navegue até Configuração da Organização> Caixa de Correio.

O painel de 2.In resultado, na guia Gerenciamento de Banco de Dados, selecione o banco de dados você deseja configurar.

3.In painel de trabalho, clique em Propriedades.

4.Use guia Manutenção para configurar as definições de banco de dados de caixa de correio, incluindo a especificação de um destinatário do diário, estabelecendo um cronograma de manutenção e montagem do banco de dados na inicialização:

Jornal destinatário Marque esta caixa de seleção para ativar journaling transporte de e-mail.

Cronograma de manutenção Use essa lista para selecionar uma das programações de manutenção programada. Você também pode configurar um agendamento personalizado. Para configurar uma agenda personalizada, na lista de programação de manutenção, selecione Usar agendamento personalizado e clique em Personalizar.

Não montar este banco de dados na inicialização Marque esta caixa de verificação para impedir que o Exchange de montar esse banco de dados caixa de correio quando ele começa.

Esta base de dados pode ser substituído por uma restauração Marque esta caixa de seleção para permitir que o banco de dados de caixa de correio para ser substituído durante um processo de restauração.

Habilitar o log circular Marque esta caixa de seleção para habilitar o log circular. Para mais informações sobre o log circular consulte Noções básicas sobre o Exchange 2010 Store.

Você precisa então desmontar e remontar o banco de dados. Você pode apenas clique direito para chegar a este menu.

Devo rodar anti-vírus no meu servidor com Hyper-V ?

Devo rodar anti-vírus no meu servidor com Hyper-V ?

A Microsoft recomenda que a role de Hyper-V seja habilitada no Windows Server 2008 R2 CORE e que nenhuma aplicação seja instalada nesse servidor, inclusive o software de anti-vírus ! O software do anti-virus deve ser instalado apenas nos guests.

Mas Robson, e se eu estiver rodando Windows Server 2008 R2 Full e não a versão CORE ?

Bom, eu recomendo que você repense essa estratégia, pois o CORE foi concebido para rodar aplicações específicas e certamente vai ter melhor performance e um downtime muito menor.
Enquanto isso você deve instalar o software de anti-vírus e excluir os seguintes arquivos / diretórios:
Arquivos: Vmms.exe, Vmswp.exe, VMSWP.exe e CLUSSVC.exe
Diretórios: todos os diretórios que contem arquivos VHDs e arquivos de configuração das virtual machines.

Algums links importantes sobre o assunto:

Problemas Causados por Anti-virus no Hyper-V: http://support.microsoft.com/kb/961804

Planejando a Segurança do Hyper-V: http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc974516.aspx

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System Preparation Tool (Sysprep)

Para preparar um ambiente, seja um laboratorio de estudos ou de produção devemos fazer varias instalações do sistema, instalar softwares, drivers e fazer diversas configurações. Por que não duplicar os discos?

Porém a duplicação sem antes preparar o sistema irá duplicar todos os SID’s e isso não é bom.
Existe no CD-ROM do Windows Server 2003 em uma pasta chamada support\tools um arquivo de nome DEPLOY.CAB,

Após descompactar esse arquivo em uma pasta no raiz chamada SYSPREP é possivel preparar o sistema, pois este utilitario remove o nome da maquina, configurações de rede e SID’s.

Uma vez executado ele desliga o computador (se selecionada esta opção é claro) e podemos duplicar os discos. Ao ligar um computador que foi previamente preparado com o sysprep, temos apenas um mini-setup pela frente e que podemos facilitar ainda mais se utilizarmos também o arquivo setupmgr.exe (contido no arquivo DEPLOY.CAB) e criarmos um arquivo de resposta para o sysprep (sysprep.inf)

O Sysprep no Windows Server 2007 e no Windows Vista

No Windows Server 2008 e no Windows Vista, as coisas estão ainda mais simples.
O Sysprep é agora parte integrante do sistema operacional, não precisa copiar nem descompactar.
Basta acessar %systemroot%\system32\sysprep.

Voce pode utilizar a interface grafica, simplesmente executando o sysprep.exe.

ou executar o sysprep com os parametros:
c:\windows\system32\sysprep\sysprep.exe /generalize /shutdown /oobe

/generalize – Usado para remover as informações de identificação da maquina.
/oobe – Usado para carregar o mini-setup na proxima vez que ligar a maquina.
/shutdown- Desliga a maquina.
Tente também…
/quiet – Não exibe mensagens
/unattend:aqruivoderesposta – Indica o caminho do arquivo de resposta

Arquivo de resposta Unattend.xml

Para o Windows 2008 ou Windows Vista, podemos utilizar o Windows System Image Manager (Windows SIM), e este nos auxilia no momento de criar um xml pata personalizar e automatizar a instalação do Sistema operacional Windows.

Fonte: http://www.mcsesolution.com/Windows-Server-2008/system-preparation-tool-sysprep.html

Semana IPv6

A Semana IPv6 será um grande teste coordenado do funcionamento do novo protocolo Internet, realizado de 06 a 12 de Fevereiro de 2012. Participarão portais Web, provedores de conteúdo, provedores de acesso e serviços Internet, bem como usuários finais. Empresas e instituições como: Globo, iG, KingHost, Telefônica, Terra, UOL e USP, além de muitas outras, farão parte da iniciativa. Essa é uma iniciativa brasileira, porém aberta a participação de todos.

 

Como funcionará a Semana IPv6?

 

  • Durante a Semana IPv6, diversos portais Web habilitarão o IPv6 em seus servidores, passando a funcionar simultaneamente com ambos os protocolos, IPv4 e IPv6.
  • Provedores de conteúdo farão testes com usuários domésticos e corporativos selecionados, oferecendo conectividade Internet via IPv6.
  • Muitos datacenters, empresas de hospedagem Web e outros tipos de provedores de serviço terão também o IPv6 habilitado em suas redes, e incentivarão seus clientes a utilizarem o novo protocolo e a participarem do teste.
  • Usuários finais com conectividade IPv6 nativa, ou via túneis, em suas empresas ou residências, participarão do teste, ajudando a verificar o funcionamento dos serviços com IPv6 habilitado.
  • Os participantes da Campus Party, que terão conectividade IPv6 nativa, terão também um papel ativo no teste!

 

Para que servirá o teste?

 

  • Para fomentar a adoção do IPv6, que é necessária e urgente, por todos.
  • Para que se teste o funcionamento das redes e serviços baseados no IPv6, de forma coordenada e organizada, minimizando potenciais efeitos negativos de falhas.
  • Para que se verifiquem possíveis problemas relacionados às técnicas de transição entre IPv6 e IPv4.

 

Por que nessa data?

 

  • É a data da Campus Party Brasil, um evento que reúne milhares de usuários Internet, que terão conectividade Internet de alta velocidade por uma semana, e com IPv6 nativo. Os participantes da Campus Party serão capazes de auxiliar nos testes, gerando tráfego real IPv6 para os sítios Web e redes participantes.
  • É uma data coerente com a necessidade real da implantação do IPv6 nos serviços Internet no Brasil e em nossa região. As previsões menos otimistas indicam que os blocos livres IPv4 no Brasil (e em toda região da América Latina e Caribe) se esgotarão em meados de 2012.
  • É uma data viável, embora ainda desafiadora, para a maior parte das empresas e instituições envolvidas.

 

Testes anteriores.

Houve já testes semelhantes à Semana IPv6, mas com duração e escopos diferentes.

O mais recente e amplo foi o World IPv6 Day (sítio brasileiro), promovido pela Internet Society no dia 08 de Junho de 2011. Esse teste foi um grande sucesso, com mais de 1000 sítios Web participantes, e poucos problemas reportados. Cerca de 60% desses sítios mantiveram o IPv6 ativo após os testes.

Em Setembro de 2010, o sítio alemão Heise.de fez um teste similar e em 26 de Outubro de 2010, foi a vez de dois dos principais sítios Web da Noruega, A-pressen Digitale Medier e VG Multimedia. Todos eles operam hoje em pilha dupla (IPv4 e IPv6).

Mais detalhes em:  http://www.ipv6.br/IPV6/SemanaIPv6

Remover um Domain Controller manualmente

Este artigo descreve como remover dados do Active Directory após uma despromoção sem êxito de um controlador de domínio.

O Assistente de instalação do Active Directory (Active Directory Installation Wizard, Dcpromo.exe) é utilizado para promover um servidor à controlador de domínio e para despromover um controlador de domínio a servidor membro (ou a servidor autônomo num grupo de trabalho, caso o controlador de domínio seja o último do domínio). Como parte do processo de despromoção, o assistente remove os dados de configuração do controlador de domínio do Active Directory. Estes dados apresentam-se no formato de um objeto Configurações de NTDS (NTDS Settings) que existe como subordinado do objecto de servidor em Active Directory Sites and Services

As informações encontram-se no seguinte local no Active Directory:

CN=NTDSSSettings,CN=,CN=Servers,CN=,CN=Sites,CN=Configuration,DC=…

No caso do objeto Configurações de NTDS (NTDS Settings) não ser corretamente removido (por exemplo, se este objeto não for removido corretamente numa tentativa de despromoção ou em falha e perda permanente deste servidor), o administrador poderá usar o utilitário Ntdsutil.exe para o remover manualmente. Os passos que se seguem apresentam o procedimento para remover o objeto de Configurações de NTDS (NTDS Settings) do Active Directory, de um determinado controlador de domínio. Em cada menu do Ntdsutil, o administrador pode escrever help para obter mais informações sobre as opções disponíveis.

Procedimento

Para executar esta tarefa, você deverá pertencer ao grupo de Domain Admins.

NTDSUTIL

1. Efetue logon em um domain controler de produção

2. Clique em Start, Run e digite CMD, para iniciar o prompt de comando

3. Digite ntdsutil e ENTER

4. Digite metadata cleanup e ENTER.

5. Digite connections e ENTER.

6. Escreva connect to server nome_do_servidor (nome do servidor que você estiver logado) e digite ENTER. Deverá receber uma confirmação de que a conexão foi estabelecida com êxito.

7. Digite quit e ENTER. Será exibido o menu Metadata Cleanup

8. Digite select operation target e digite ENTER.

9. Digite list domains e digite ENTER. Será apresentada uma lista de domínios existentes na floresta, cada qual com um número associado.

10. Digite select domain número e digite ENTER, em que número é o número associado ao domínio de que é membro o servidor que está a ser removido.

11. Digite list sites e digite ENTER. É apresentada uma lista de sites, cada qual com um número associado.

12. Digite select site número e digite ENTER, em que número é o número associado ao site de que é membro o servidor que está a ser removido.

13. Digite list servers in site e digite ENTER. É apresentada uma lista de servidores do site, cada qual com um número associado.

13. Escreva select server número, em que número é o número associado ao servidor que pretende remover.

14. Escreva quit e digite ENTER. É apresentado o menu Metadata Cleanup.

15. Escreva remove selected server e digite ENTER.

Deverá receber uma mensagem a confirmar que a remoção foi concluída com êxito. Se for apresentada a seguinte mensagem de erro “Erro 8419 (0x20E3)”, isto indica que o servidor já foi removido por outro administrador ou pela replicação de outro Domain Controler.

Descomplicando RAID 01 (0+1) e RAID 10 (1+0)

Quando falamos em bancos de dados, a primeira coisa que vêem em nossas mentes é a preocupação com a performance, mas segurança para mim, realmente é fundamental. Neste artigo irei comentar um pouco sobre o uso da tecnologia RAID, mais especificamente sobre o RAID 0, RAID 1 e a junção dos dois que é um híbrido entre RAID 0 e RAID 1. Outra coisa que irei comentar é sobre a diferença entre RAID 10 (1+0) e RAID 01 (0+1) que são implementações completamente diferentes e que às vezes muitos profissionais de TI não percebem. Em resumo, mostrarei porque uma configuração em RAID 10 (1+0) tem uma certa superioridade em relação a uma configuração em RAID 01 (0+1).

O que é RAID?

- RAID por hardware é sempre uma controladora de disco, isto é, um dispositivo que pode através de um cabo conectar os discos. Geralmente ele vem na forma de uma placa adaptadora que pode ser “plugada”. O conceito básico do RAID (Redundant Array of Independent Disks) que traduzido para o português seria algo como Matriz Redundamente de Discos Independentes é combinar vários discos em uma disposição que se obtenha não só alta performance, mas também segurança no que se refere a tolerância à falhas de disco. Na verdade ele visa primariamente a proteção contra falha de disco às custas do uso de mais espaço em disco. Entretanto, as implementações do RAID têm diferenças importantes em suas características de E/S, as quais têm impacto sobre o desempenho e limitam ou ampliam sua adequação às diferentes situações. Cada nível do RAID difere na forma como a redundância é implementada no nível de hardware. Existem vários tipos de RAID e foram definidos inicialmente cinco tipos de arquiteturas de disposição de discos, RAID 1 até RAID 5, cada qual com tolerância a falhas, porém com diferentes propostas de características e performance. Além destas cinco arquiteturas, tornou-se comum referir-se a uma disposição não redundante como RAID 0.

- RAID por software é uma configuração de módulos do kernel, juntamente com utilitários de administração que implementam RAID puramente por software, e não requer um hardware especializado. RAID por software, por ter sua natureza no software, tende a ser muito mais flexível que uma solução por hardware. O lado negativo é que ele em geral requer mais ciclos e capacidade de CPU para funcionar bem, quando comparado a um sistema de hardware.

Em resumo, comparando as duas soluções e no meu ponto de vista, o RAID via hardware é transparente para o sistema operacional, e isto tende a simplificar o gerenciamento, já que via software mesmo que tenha mais opções e escolhas de configurações, pode fazer com que o gerenciamento se torne mais complexo.
RAID 0 (STRIPING – SEGMENTAÇÃO DE DADOS)

O RAID 0 não é realmente um array redundante. Como dito anteriormente, eu tiraria o R (Redundante) e deixaria apenas o AID (Array de discos Independentes) pelo fato de mesmo não proporcionar nenhuma tolerância contra falhas de disco. O uso de RAID 0 é mais indicado quando custo e performance são críticos e a integridade de dados pode ficar em segundo plano, ou seja, abrir mão da segurança em detrimento da performance. Chamamos de “striping” a combinação de vários discos em apenas uma única unidade lógica de armazenamento que particiona o espaço de armazenamento de cada disco em faixas. O striping busca melhorar o desempenho de disco distribuindo a atividade de E/S através de várias unidades de disco e reduzindo ou eliminando um gargalo de E/S. Como exemplo, é possível usar de dois a quatro discos rígidos em RAID 0, onde os mesmos serão acessados como se fosse um único disco, aumentando o desempenho do acesso aos dados. Os dados gravados são divididos em partes e são gravados por todos os discos. Na hora de ler, os discos são acessados ao mesmo tempo. De acordo com algumas pesquisas, teremos um aumento de desempenho de cerca de 97% usando dois discos, 179% usando 3 discos e algo próximo a 249% usando 4 discos. As capacidades dos discos são somadas e usando 4 discos de 80 GB, por exemplo, passaríamos a ter um único grande disco de 320 GB.

Obs: O tamanho do disco virtual criado a partir do RAID 0 é igual ao dobro do tamanho do menor disco. Isso possibilita utilizarmos discos de diferentes capacidades, porém perderemos espaço no disco de maior tamanho e o desempenho também ficará limitado ao desempenho do disco mais lento.

Atenção: a desvantagem do RAID 0 é que ele não é tolerante a falhas, ou seja, caso um disco (onde os arquivos do Oracle estão segmentados) falhe, todo o array de armazenamento falhará e conseqüentemente a instância Oracle abortará.

Exemplificando, em uma configuração RAID 0 com dois discos, um arquivo de 1 MB estaria repartido (512 KB em um setor de um disco e 512 KB em outro setor de outro disco) e a leitura dos dois setores seria feita ao mesmo tempo (um setor em cada disco), dobrando, teoricamente, a velocidade de leitura e escrita, já que o acesso aos discos tanto para escrita quanto leitura dos dados será feito em paralelo.

RAID 1 (MIRRORING – ESPELHAMENTO)

O RAID 1 consiste nos mirrors (espelhamento) de disco que mantém cópias completas e idênticas dos dados de cada mirror de disco. Todas as alterações feitas nos dados de um disco são simultaneamente feitas no mirror de disco correspondente. As leituras de disco, por outro lado, podem ser executadas em um dos mirrors de disco (a controladora de disco seleciona o mirror de disco menos ocupado) ou simultaneamente nos dois discos pelo fato da operação de E/S estar distribuída nos dois discos. Em resumo, a operação com dados neste nível possuem tendência de serem gravados mais lentamente (mas realmente acredito que a performance se mantém a mesma), porém com leitura rápida já que o sistema terá dois ponteiros para achar os arquivos. É importante salientar que o sistema mostrará apenas 1 disco, pois o segundo será um clone do primeiro. Imagine que tenhamos dois discos com 80 GB cada. Para o sistema, existirá apenas uma unidade com 80 GB, pois os dados estarão sendo duplicados (espelhados) no segundo disco, e por esse motivo passamos a ter tolerância a falhas, pois se um disco falhar o conjunto continua em operação e, se os discos suportarem a tecnologia de hot-swap (troca à quente), o disco defeituoso poderá ser substituído e o sistema fará o sincronismo sem a necessidade de parada do equipamento. No meu ponto de vista, o RAID 1 geralmente (mas nem sempre) é um tipo de array de discos adequado para os arquivos do Oracle. Se eu tivesse que escolher apenas um tipo de array de discos para o Oracle, o RAID 1 seria a melhor opção.

 

 

Obs: O RAID 1 não pode ser considerado como um substituto para backup porque neste nível os dados são replicados em discos, e no caso de deletarmos o conteúdo do primeiro disco, automaticamente os dados do disco-espelho também serão deletados.
Multiplexing e Mirroring são a mesma coisa?

Não. À primeira vista, o mirroring (espelhamento) e o multiplexing (multiplexação) parecem ser duas maneiras de fazer exatamente a mesma coisa. Por que se importar com o mirroring de hardware quando o arquivo está multiplexado, ou por outro lado, por que multiplexar quando o arquivo está no disco espelho? Na verdade, o multiplexing e os mirroring têm diferenças sutis no tipo de proteção que eles fornecem. O multiplexing é implementado no nível de software. Cada arquivo é gravado pelas operações de gravação lógica. Se uma operação de gravação lógica em uma cópia de um arquivo multiplexado em outro disco gravar dados corrompidos, os outros arquivos ainda estarão intactos, porque serão feitas gravações diferentes neles. Esse tipo de proteção não é conseguido pelo mirroring porque uma gravação corrupta nos arquivos vai corromper todas as cópias de espelho simultaneamente. Entretanto, o mirroring oferece uma vantagem diferente. Se o control file (arquivo de controle) for multiplexado em outro disco, mas não estiver espelho, a perda de uma única cópia muliplexada do arquivo de controle fará com que uma instância Oracle em execução dê pane porque o Oracle são conseguirá acessar o arquivo perdido. Neste caso, a instância deverá ser reinicializada depois que a localização do arquivo multiplexado estiver novamente disponível para o Oracle, ou após a cópia do arquivo de controle que está faltando tiver sido removida do parâmetro CONTROL_FILES no arquivo de inicialização da instância. Portanto, a perda de um arquivo de controle que é multiplexado mas não tem um espelho, causará paralização devido à pane da instância. Entretanto, se o arquivo de controle tiver espelho, a instância Oracle não terá pane e continuará sendo executada mesmo depois que um disco espelho se perder, porque o espelho no nível de hardware é transparente para o servidor Oracle.

Mesclando mirroring e striping

Este tipo de RAID é um híbrido do RAID 0 e RAID 1 que usa tanto o mirroring quanto o striping. Ele combina os benefícios de alta disponibilidade oferecidos pelo RAID 1 com os benefícios de desempenho relacionados ao striping do RAID 0. Existem duas combinações que podem ser escolhidas ao utilizar a técnica de striping e mirroring juntas a qual eu chamo de nível duplo de RAID. Observe que é preciso no mínimo quatro discos para montar este tipo de configuração.
RAID 01 (ou RAID 0+1) – Striping e Mirroring

Em uma implementação RAID 0+1, os dados são espelhados através de grupos de discos segmentados, isto é, os dados são primeiro segmentados e para cada segmento criados é feito um espelho, como demonstrado na figura abaixo:

Na figura acima vemos que o discos 1 e 2 formam um RAID 0 sendo após espelhados pelo discos 3 e 4 também em RAID 0, formando assim RAID 1 sobre RAID 0. Apesar de ser uma configuração que proporciona alta performance, se perdermos um disco em um dos lados, praticamente teremos uma configuração em RAID 0, porque em uma configuração RAID 0 se um disco falha todo o conjunto falhará. Neste caso, se o disco 1 falhar, então o disco 2 que está intacto ficará inutilizado, restando assim os discos 3 e 4 em RAID 0.
RAID 10 (ou RAID 1+0) – Mirroring e Striping

Em uma implementação RAID 1+0, os dados são segmentados através de grupos de discos espelhados, isto é, os dados são primeiro espelhados e para depois serem segmentados como demonstrado na figura abaixo:

Na figura acima vemos que o discos 1 e 2 formam um RAID 1 e os discos 3 e 4 também sendo após segmentados em RAID 0, formando assim RAID 0 sobre RAID 1. Além de ser uma configuração que proporciona o mesmo nível de performance proporcionado pelo RAID 01, o RAID 10 proporciona mais tolerância à falhas que o RAID 01 porque poderíamos ter uma falha simultânea dos discos 1 e 3 e ainda assim o conjunto estaria intacto, pois teríamos os espelhos em perfeito funcionamento. No meu ponto de vista, este conjunto é o mais indicado nos casos onde necessitamos aliar performance e redundância, como é o caso, por exemplo, de bancos de dados Oracle de alta performance.Conclusão

Nos dois casos (0+1 ou 1+0), a perda de um único disco não resultará na falha do sistema RAID. A diferença aparece no caso da perda de um segundo disco que dependendo do disco, o sistema RAID 0+1 ficaria em desvantagem sobre o sistema RAID 1+0. Uma outra diferença é na velocidade de recuperação, porque caso ocorra uma falha de disco, no sistema RAID 1+0 será necessário apenas re-espelhar um disco, ao contrário do sistema RAID 0+1 que será necessário espelhar todo um conjunto segmentado. Portanto não se esqueça que RAID 01 é diferente de RAID 10.

RAID 01 (0+1)

RAID 10 (1+0)Em resumo, para bancos de dados de produção de alta disponibilidade, escolha os arrays de disco hot swappable que permitem substituir um disco falho sem precisar desligar todo o array. Se eu não estiver enganado, esse recurso é quase que um padrão atualmente. Melhor ainda que os discos hot swappable é o recurso standby disk, no qual um disco substituto já está contido no array, pronto para assumir caso um disco falhe.

Gerenciamento Automático de ArmazenamentoA constante evolução da tecnologia Oracle busca melhorar a resposta e simplificar a gestão da plataforma tecnológica. Como resultado, surgiu o revolucionário Automatic Storage Manager, ou ASM, componente da nova versão do banco de dados Oracle 10g. O ASM possibilita que o usuário não se preocupe com RAID. Com ele, é possível aproveitar não apenas os recursos do hardware de armazenamento, mas também todas as decisões de stripping e espelhamento adequados à configuração de dados e sua dinâmica de utilização, mas é importante salientar que o ASM não substitui o RAID, mas aproveita os recursos do hardware e aplica de maneira automática e transparente para o administrador a configuração de stripping e mirroring mais adequada, de acordo com o número de dispositivos disponíveis e com as características de uso e volume do banco de dados em questão. Esse esclarecimento é importante para evitar confusões, já que o ASM usa as capacidades de RAID do hardware.

Leia mais: http://eduardolegatti.blogspot.com/2008/03/descomplicando-raid-01-01-e-raid-10-10.html#ixzz1cf31fZEm
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Backup com Robocopy.exe

O programa robocopy.exe é uma ferramenta que faz parte do Resource Kit da Microsoft para sistemas operacionais em plataforma windows (98, XP, 2000, 2003, etc). O Resource Kit é um conjunto de ferramentas para administradores de redes. O tamanho do robocopy.exe é apenas 78Kb podendo ser baixado no link no final do tutorial. Também tem o manual (inglês) que pode ser baixado no link no final do tutorial , contendo todos os comandos do robocopy.

 

Nota: nas versões apos o windows vista, esta feramenta ja vem integrada ao sistema mas para versões anterios sera necessario o download e instalação do Resource Kit, segue link abaixo.

Resource Kit Windows 2003

 

Neste tutorial estarei descrevendo alguns parâmetros básicos, que com certeza funcionam muito bem, pois são eles que uso no dia a dia.

Basicamente, faço backup do meu servidor de arquivos para um outro computador usando o comando robocopy que além de copiar todos os arquivos, ele faz a cópia das permissões NTFS. Ou seja, faço nada mais do que um “espelhamento”.

Vamos lá.

Primeiramente é necessário colocar o arquivo robocopy.exe na raiz ou em qualquer lugar a sua escolha, desde que quando for executar o comando o prompt esteja dentro do diretório que esteja o robocopy.exe.

Segue abaixo sintaxe do comando:

C:\robocopy <origem> <destino>

Exemplo: c:\robocopy c:\Dados d:\Backup_Dados

Este seria a forma mais simples de usar o comando robocopy.

Utilizando os parâmetros;

/S – Copia todos os diretórios e subdiretórios, menos os que estão vazios.

/E – Copia todos os diretório e subdiretórios, inclusive os que estão vazios.

/SEC – Copia todas as permissões NTFS.

/PURGE – Remove no diretório de destino os arquivos que não existem no diretório de origem. Ou seja, é feita uma sincronização entre a origem e o destino.

/MIR – Esse parâmetro substitui o /E e /PURGE. E também é feita uma sincronização entre a origem e o destino. Ou seja, se existir arquivos dentro do destino que não existe no de origem, o parâmetro vai deletar aqueles que estão no destino.

/XF *.<extenção> – Esse parâmetro exclui a cópia de arquivos com extenções determinadas por você. Exemplo:

c:\robocopy c:\dados d:\Backup_dados /XF *.jpg *.doc

/LOG:arquivo – Cria um arquivo de log ao final da execução do robocopy.

Exemplo: c:\robocopy c:\Dados d:\Backup_Dados /LOG:c:\arquivo_log.txt

/LOG+:arquivo – Igual ao parâmetro anterior, mais ao invés de sobescrever o arquivo_log.txt, ele adiciona no mesmo arquivo o resultado da execução.

/MOV – Deleta todos os arquivos somente da origem após a execução do comando.

/ETA – Exibe o tempo estimado que a cópia dos dados levou para serem copiados.

/MAX:n – Copia somente os arquivos que tenham no máximo n bytes.

/MIN:n – Copia somente arquivos que tenham no mínimo n bytes.

/MAXAGE:n – Não copia arquivos antigos que um número especificado de dias na variável n.

/MINAGE:n – Não copia arquivos que não tenham uma idade mínima de dias na variável n.

/Z – Reinicia a cópia de onde parou no caso de alguma falha.

Estes são os parâmetros que mais uso no dia a dia. Segue abaixo alguns exemplos do comando robocopy.

1 – c:\robocopy c:\dados e:\backup_dados /sec /mir

2 – c:\robocopy \\servidorarq\dados \\servidor_back\dados /sec /mir /log:c:\log_backup.txt

3 – c:\robocopy c:\dados e:\backup_dados /sec /mir /XF *.jpg

4 – c:\robocopy c:\dados \\servidor_back\backup_dados /sec /mir /mov

Caso exista pastas nomeadas com espaço, é necessário fazer a inclusão de aspas no diretório. Exemplo:

Você tem um pasta que se chama “Arquivos Recentes”

c:\robocopy “c:\Arquivos Recentes” “e:\Recentes Back” /e /séc

Bem, espero este  tutorial sirva para mais alguem.

Tipos de erro de Socket

No post anterior expliquei um pouco sobre o que é socket e como é gerada uma conexão.

Agora segue uma explicação para alguns erros mostrados durante o socket error.

Tomada de erro 0 - Diretamente enviar erro

Tomada de erro 10004 - interrompida chamada de função

Tomada de erro 10013 - Permissão negada

Tomada de erro 10014 - endereço Bad

Tomada de erro 10022 - Invalid argument

Tomada de erro 10024 - Muitos arquivos abertos

Tomada de erro 10035 - Recurso temporariamente indisponível

Tomada de erro 10036 - Operação agora em progresso

Tomada de erro 10037 - Operação já está em andamento

Tomada de erro 10038 - operação de soquete sobre a não-socket

Tomada de erro 10039 - endereço de destino requerido

Tomada de erro 10040 - Mensagem muito longa

Tomada de erro 10041 - Tipo de protocolo errado para socket

Tomada de erro 10042 - opção de protocolo Bad

Tomada de erro 10043 - Protocolo não suportado

Tomada de erro 10044 - Tipo de Socket não suportado

Tomada de erro 10045 - Operação não suportada

Tomada de erro 10046 - família protocolo não suportado

Tomada de erro 10047 - Família de endereços não suportada pelo protocolo

Tomada de erro 10048 - Endereço já em uso

Tomada de erro 10049 - não é possível atribuir endereço solicitado

Tomada de erro 10050 - Rede é baixo

Tomada de erro 10051 - Rede está inacessível

Tomada de erro 10052 - Rede caiu conexão em redefinir

Tomada de erro 10053 - Ligação de Software causado abortar

Tomada de erro 10054 - Connection reset by peer

Tomada de erro 10055 – No espaço de buffer disponível

Tomada de erro 10056 - Socket já está conectado

Tomada de erro 10057 - Socket não está conectado

Tomada de erro 10058 - não é possível enviar após desligamento Soquete

Tomada de erro 10060 - Connection timed out

Tomada de erro 10061 - Conexão recusada

Tomada de erro 10064 - Host é baixo

Tomada de erro 10065 - No route to host

Tomada de erro 10067 - Muitos processos

Tomada de erro 10091 - subsistema de rede não está disponível

Tomada de erro 10092 - versão WINSOCK.DLL fora da faixa

Tomada de erro 10093 - WSAStartup sucesso ainda não foi executada

Tomada de erro 10094 - desligamento em andamento

Tomada de erro 11001 - Host not found

Tomada de erro 11002 - não-autorizada de host não encontrado

Tomada de erro 11003 - Este é um erro não-recuperável

Tomada de erro 11004 - nome válido, nenhum registro de dados do tipo solicitado


Erro do socket

O que é um socket?

Definição: Um socket é um ponto de extremidade de um link de comunicação de duas vias entre dois programas em execução na rede. Um soquete é vinculado a um número de porta para que a camada TCP possa identificar a aplicação que os dados são destinados a ser enviados.

Um aplicativo de servidor normalmente escuta a uma porta específica à espera de pedidos de ligação de um cliente. Quando uma solicitação de conexão chega, o cliente eo servidor de estabelecer uma conexão dedicada sobre as quais eles podem se comunicar. Durante o processo de conexão, o cliente é atribuído um número de porta local, e liga um socket para ele. O cliente fala com o servidor por escrito para o soquete e obtém informações do servidor através da leitura da mesma. Da mesma forma, o servidor recebe um novo número de porta local (ele precisa de um novo número de porta para que ele possa continuar a ouvir os pedidos de conexão na porta original). O servidor também se liga um soquete para seu porto local e se comunica com o cliente através da leitura e escrita para ele.

 

A volta das Carteirinhas Microsoft em Outubro!


Haverá três cores diferentes – verde para Técnico, Laranja para o Office, e vermelho para instrutor.

 

A certificação você escolhe para a frente do cartão vai ditar a cor independentemente das certificações que você escolher para as costas. Haverá um holograma oficial da Microsoft na frente e uma Tag Microsoft na parte de trás. Você tem a opção de fazer upload de sua foto para o cartão ou ir com uma imagem padrão que é fornecida durante o processo de criação do cartão. O custo será de US $ 8,95 que inclui transporte e manuseio. (independentemente da sua localização).

fonte: http://blogandomicrosoft.wordpress.com/2011/09/26/a-volta-das-carteirinhas-microsoft-em-outubro/