Microsoft libera 13 correções de Segurança

 

 

Em seu habitual “Patch Tuesday”, a Microsoft liberou um pacote com 13 atualizações de segurança.

O pacote traz correções contra falhas de segurança críticas no Internet Explorer (desde a versão 6 no Windows XP até o recente IE9), nos sistemas Windows Server, além de alertar para o risco de um código executável em sistemas desatualizados.

Também foi incluída uma atualização para versões mais novas do Windows (Windows 7 e Windows 2008) que possuem um potencial, de difícil exploração, de risco com códigos executáveis.

O pacote de correções também cobre falhas críticas no Microsoft Office Visio, que segundo a empresa vem apresentando vulnerabilidades e recomendam atualizá-lo regularmente.
Os updates podem ser baixados pela
página da empresa ou pelo Windows Update.

fonte: http://blogandomicrosoft.wordpress.com/2011/08/18/13-correes-de-segurana-libera-a-microsoft/

McAfee revela série de ciberataques contra governos e ONU

A empresa privada de segurança McAfee afirma ter descoberto a maior série de ciberataques da história, envolvendo a infiltração na rede de 72 organizações, incluindo a ONU, governos e companhias em todo o mundo.

A descoberta foi feita pelos especialistas em segurança da McAfee, que disse haver um “ator estatal” por trás dos ataques, que ocorreram em um período de cinco anos.

A empresa não quis dizer de qual país falava, mas um especialista ligado à investigalção afirmou em anonimato que as evidências apontam para a China.

A longa lista de vítimas dos ataques inclui os governos dos Estados Unidos, Taiwan, Índia, Coreia do Sul, Vietnã e Canadá; além da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean, na sigla em inglês), o Comitê Olímpico Internacional, a Agência Mundial Antidoping e uma série de companhias privadas, do setor de defesa ao de alta tecnologia.

No caso das Nações Unidas, os piratas virtuais invadiram o sistema de computadores da secretaria em Genebra em 2008. Eles passaram então dois anos acessando informações secretas, segundo a McAfee.

“Mesmo nós ficamos surpresos pela enorme diversidade das organizações atacadas e nós ficamos chocados com a audácia dos piratas virtuais”, disse o vice-presidente de pesquisa de ameaças da McAfee, Dmitri Alperovitch, em um relatório de 14 páginas divulgado nesta quarta-feira.

“O que está acontecendo com toda esta informação [...] ainda é uma questão aberta. Contudo, mesmo uma fração dela é usada para construir produtos mais competitivos ou derrotar rivais em negócios cruciais (já que roubaram os documentos da outra equipe), a perda representa uma ameaça massiva econômica”, disse.

McAfee disse ter descoberto a extensão da campanha de ciberataques em março deste ano, quando seus pesquisadores descobriram evidências dos ataques enquanto revisavam o conteúdo de um servidor “comando e controle” que eles descobriram em 2009, como parte de uma investigação de brechas de segurança em empresas de defesa.

A empresa chamou os ataques de “Operação nas Sombras RAT” –sigla em inglês para ferramenta de acesso remoto, um tipo de software que piratas virtuais e especialistas em segurança usam para acessar redes de computadores à distância.

Alguns dos ataques duraram apenas um mês, mas o mais longo se manteve por 28 meses e foi contra o Comitê Olímpico de uma nação asiática não identificada, segundo a McAfee.

“As empresas e agências do governo estão sendo atacadas todos os dias. Elas estão perdendo vantagem econômica e segredos nacionais para competidores inescrupulosos”, disse Alperovitch à agência de notícias Reuters.

“Esta é a maior transferência de riqueza em termos de propriedade intelectual da história”, disse o vice-presidente. “A escala em que isto está acontecendo é realmente, realmente assustadora”.

CONEXÃO COM A CHINA

Alperovitch disse que a McAfee notificou todas as 72 vítimas dos ataques, que estão sob investigação das agências responsáveis ao redor do mundo. Ele se recusou a dar mais detalhes.

Jim Lewis, um especialista do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, recebeu as informações dos ataques da McAfee e disse que é muito provável que a China seja o tal “ator estatal” por trás do ataque –já que alguns dos alvos têm informações consideradas cruciais para Pequim.

Por exemplo, o COI e vários comitês olímpicos nacionais foram invadidos na época dos Jogos Olímpicos de 2008. Outra evidência seria o ataque contra Taiwan, cuja independência não é reconhecida pela China.

“Tudo aponta para a China”, disse Lewis.

Vijay Mukhi, especialistas em internet baseado na Índia, também aposta na China como a responsável pelos ataques.

Ele diz que alguns governos asiáticos atacados, incluindo a Índia, são altamente vulneráveis à invasão da China –que tenta ampliar sua influência na região.

“Eu não ficaria surpreso porque isso é o que a China faz. Eles estão gradualmente dominando o mundo cibernético”, disse.

McAfee, comprada pela Intel Corp neste ano, não quis comentar se a China foi a responsável.

fonte:  http://www1.folha.uol.com.br/mundo/953717-mcafee-revela-serie-de-ciberataques-contra-governos-e-onu.shtml

Ataques contra redes de PCs zumbis afetam indústria do spam, diz Microsoft

De acordo com a Microsoft, o esforço coordenado para a derrubada da botnet Rustock e o acompanhamento posterior tinham limpado o malware de mais da metade dos PCs “zumbis” controlados por hackers russos.

Isso mostra que a ação [contra botnets] é viável e possível“, disse Richard Boscovich, um advogado sênior da Unidade de Crime Digital da Microsoft.

Quando você começar a desmontar essa infra-estrutura, eleva o custo para essas gangues fazerem negócios”, acrescentou. “A derrubada é tão boa como tentar prender alguém.”

Desde março, quando advogados da Microsoft e oficiais da Justiça dos EUA apreenderam servidores de comando-e-controle (C&C) da Rustock em cinco fornecedores de hosting em sete cidades dos EUA, o número de PCs com Windows infectados com o malware caiu em todo o mundo, de 1,6 milhão para pouco mais de 700 mil.

A Microsoft também divulgou um relatório detalhado sobre a Rustock, o esforço para sua derrubada, e o impacto de sua campanha anti-botnet (PDF).

Nos EUA, os estimados 86 mil PCs contaminados em março passaram a ser 53 mil em junho, uma queda de 38%. Outros países viram reduções ainda maiores: Na Índia, a contagem de março de 322 mil máquinas infectadas caiu em 69%, para cerca de 99 mil em junho.

A derrubada da botnet não remove os PCs do controle da Rustock. Em vez disso, a apreensão dos centros C&C impediu a rede de micros zumbis de atualizar-se.

Isso deu tempo aos fornecedores de antivírus o tempo necessário para a emissão de assinaturas para o malware, o que permitiu aos usuários limparem as máquinas.

A Microsoft, por exemplo, fornece assinaturas contra a Rustock em seu Malicious Software Removal Tool (MSRT), um utilitário gratuito que detecta e elimina malware.

Spams em queda
A derrubada dos canais de comunicação da Rustock efetivamente silenciou a rede.

Desde março, a botnet que uma vez foi um das maiores emissoras de spam, particularmente de medicamentos falsificados ficou em silêncio. “A atividade diminuiu abruptamente a quase zero em meados de março“, disse a Microsoft no relatório.

A Rustock enviava até 30 milhões de spams diariamente.

E o impacto vai além.

Ao derrubar a Rustock, o que isso sinaliza para aqueles que querem enviar spam?“, Boscovich perguntou. “Eles têm de construir novas botnets. Mas leva anos para montar outra desse tamanho, o que vai tornar o trabalho dos spammers mais caro.

Estatísticas da Symantec parecem provar que a Microsoft tem razão.

No seu relatório de junho sobre as tendências de spam e malware, a Symantec afirmou que os níveis de spam não haviam se recuperado após a a queda da Rustock, e em junho, representaram 73% de todos os emails, abaixo dos 83% de março.

Mas a Symantec também disse que há evidências de que outra botnet, apelidada de “Grum,” entrou em cena para substituir a Rustock.

Portanto, derrubar botnets é como enxugar gelo?

Se você não agir, o que faz? Senta-se e vê acontecer?“, disse Boscovich. “Essas ações eliminam os jogadores menores, que não podem arcar com os custos mais elevados de envio de spam. Se todo mundo começar a fazer um trabalho mais pró-ativo, nós realmente seríamos capazes de prejudicar o ecossistema de spam inteiro.

fonte: http://blogandomicrosoft.wordpress.com/2011/06/19/ataques-contra-redes-de-pcs-zumbis-afetam-indstria-do-spam-diz-microsoft/

Quais são os grupos hackers mais assombrosos da internet Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/11061-quais-sao-os-grupos-hackers-mais-assombrosos-da-internet.htm#ixzz1Qa4kD4PS

Recentemente, diversos ataques hackers foram notícias dos principais meios de comunicação.  A motivação para que a mídia tenha dispensado tanta atenção a esse assunto são as atividades recentes de grupos como LulzSec e Anonymous.

E apesar de o nome desses dois grupos ainda figurarem nas primeiras páginas dos principais sites de notícias, eles representam apenas uma pequena parte das ameaças a que grandes servidores estão expostos. Graças a eles, outros grupos foram criados e alguns declaram até mesmo guerra contra esses “hack stars”!

Confira abaixo a lista dos clãs hackers que estão apavorando a internet e tirando o sono de empresas, governos e celebridades.

Lulzsec

Nada mais justo do que começar a lista com a grande estrela deste ano. O LulzSec ganhou notoriedade ao atacar a Playstation Network, roubando dados de mais de 1 milhão de contas de usuários do sistema.

Primeiros ataques

Logo usado pelo LulzSec (Fonte da imagem: Wikipedia)

Mas o primeiro registro de ataque do grupo se deu em maio de 2011, quando a emissora de TV Fox News classificou o rapper Common como indesejado e imoral, após o cantor ter sido convidado pela primeira dama Michelle Obama para participar de um recital de poesia na Casa Branca. A polêmica toda se deu pelo conteúdo político das letras de Common, que causou críticas severas das alas mais conservadoras dos EUA.

O ataque à Fox foi uma retaliação aos comentários dos apresentadores da emissora. Na ocasião, o grupo divulgou na internet centenas de senhas e logins de emails dos funcionários da emissora, além de divulgar dados pessoais de 73 mil participantes do programa “The X Factor”. Os hackers também invadiram o perfil no LinkedIn de Marian Lai, Vice-presidente da Fox.

Ainda em maio, o grupo invadiu o site da rede de televisão PBS, roubando dados de usuários e publicando uma notícia falsa, alegando que o rapper Tupac Shakur continuava vivo e morando na Nova Zelândia.

O LulzSec prosseguiu com alvos cada vez mais audaciosos. Os hackers tentaram invadir a Nintendo, mas de acordo com a companhia, nenhuma informação valiosa foi acessada pelo grupo. Mais tarde os integrantes declaram que nunca pretenderam fazer mal à Nintendo e que gostam muito do N64.

Alvos governamentais

LulzSec anuncia que o site da CIA foi derrubado

Em junho de 2011, foram os responsáveis pelo vazamento de mais de 25 mil contas de usuários de um site pornográfico. Entre os emails cadastrados estavam o de funcionários do governo malaio e de militares dos EUA. Para manter a privacidade desses usuários, o Facebook cancelou as contas que estavam cadastradas com o mesmo endereço dos emails divulgados pelo LulzSec.

O “currículo” do grupo ganhou mais respeito depois da invasão a sites da CIA e do FBI, além do vazamento de dados de usuários do site senate.gov. Como se não bastasse, o LulzSec também prestou uma espécie de serviço social ao avisar o Sistema de Saúde Nacional do Reino Unido sobre as diversas falhas de segurança que o seu sistema continha.

Em 15 de junho, o grupo também assumiu a autoria do ataque DDoS ao site da Agência Central de Inteligência (CIA), deixando-o fora do ar por mais de duas horas.

Motivação

Processo contra GeoHot foi uma das motivações do grupo

Aparentemente, o LulzSec hackeia pela diversão. Além disso, boa parte das ações é motivada por razões ideológicas. O ataque à PBS, por exemplo, foi uma retaliação ao documentário WikiSecrets, que tratou o Wikileaks de maneira “injusta”, de acordo com integrantes do grupo.

Já ao ataque à Sony parece ter sido uma resposta ao processo que a empresa pretendia mover contra o hacker GeoHot, responsável pelo desbloqueio do Playstation 3. Os atos mais recentes, contra páginas e órgãos governamentais, foram caracterizados como sendo um protesto contra a censura e o monitoramento da internet.

O fim do grupo?

No dia 26 de junho de 2011, o LulzSec publicou uma espécie de carta de despedida. Dizendo que, após esses 50 dias de operação, o grupo estava finalizando suas operações. Junto com o texto foram publicadas mais de 750 mil contas extraídas de fóruns de video game e de jogadores de Battlefield Heroes.

Não se sabe se o grupo vai cumprir a promessa. Além disso, um braço brasileiro do LulzSec foi criado, derrubando e invadindo sites do governo, além de divulgar informações confidenciais da presidenta Dilma Roussef.

Anonymous

Considerado pela CNN como um dos três principais possíveis sucessores ao Wikileaks, o Anonymous começou mais como um meme do 4chan do que como um grupo em si. A ideia é que o termo possa ser usado para assinar ações anônimas e descentralizadas, porém, conduzidas de maneira coordenada.

Assim, qualquer ação declarada como feita pelo “Anonymous” foi realizada por alguém que se autointitulou como tal, ou seja, não é necessária a aprovação ou filiação ao grupo. Também não existem líderes ou coordenadores do grupo. Todos agem individualmente, mas de maneira com que os resultados obtidos possam beneficiar o grupo.

Ações famosas

Um dos alvos mais famosos do Anonymous é a Habbo, uma rede social que se assemelha a um hotel virtual, em que costumam promover algumas manifestações. Após tomarem conhecimento de que um garoto soropositivo de dois anos foi proibido de usar a piscina de um parque no Alabama, o grupo organizou um bloqueio geral à piscina virtual do Habbo, protegendo a entrada com personagens vestidos todos da mesma forma: terno cinza e visual afro. Depois de serem banidos, acusaram a rede social de fascismo.

Os integrantes anônimos também causaram um prejuízo a um radialista que prega o racismo nos EUA. Ao derrubarem o site de Hal Turner, o mesmo teve que pagar milhares de dólares por excesso de consumo de banda. Além disso, o Anonymous também foi o responsável pela prisão de Chris Forcand, um pedófilo de 53 anos que aliciava menores pela internet.

Fonte da imagem: Wikimedia Commons

O grupo assumiu inúmeras ações cometidas ao longo dos últimos anos, enviando pornografia ao YouTube, prestando apoio aos protestos iranianos de 2009 e atacando sites governamentais dos regimes alvos da Primavera Árabe.

Recentemente, os anônimos tiraram do ar o site da polícia espanhola, em retaliação à prisão de três indivíduos suspeitos de agir em nome do grupo, e da Câmara de Comércio da Flórida, pela prisão de membros do Food Not Bombs, organização voluntária que distribui alimentos aos desabrigados de Orlando.

A motivação é muito semelhante à do LulzSec, alternando entre pura diversão e razões ideológicas.

TeaMp0isoN (Team Poison)

Captura do site hackeado pelo TeaMp0isoN (Fonte da imagem: Reprodução)

O grupo ganhou destaque ao vandalizar o site do LulzSec, grupo o qual eles acusam de não representar o verdadeiro espírito da arte de hackear, acusando-os de usarem bots e ferramentas pré-fabricadas. Além disso, o  TeaMp0isoN também foi o responsável pelo vazamento de dados pessoais do primeiro ministro britânico, Tony Blair.

The Jester (th3j35t3r)

Esta é a exceção de nossa lista, já que o Jester não é um grupo, mas uma única pessoa. O hacktivista, que online também usa a identidade “th3j35t3r”, se descreve como um gray hat,  termo usado para descrever aqueles que cometem ações ilegais, mas com boas intenções.

Ele é conhecido por ter supostamente sido o responsável pelos ataques aos sites WikiLeaks e 4chan, além de inúmeras páginas islâmicas e até mesmo o presidente iraniano Ahmadinejad, sempre em nome do patriotismo americano.

Jester também é conhecido por ter criado uma ferramenta de DDoS conhecida como “XerXes”. Em junho de 2011o o hacker começou a buscar a identidade secreta dos integrantes do grupo Lulzsec, os quais ele considera “crianções”.

A-Team

Pouco tempo antes do LulzSec anunciar o fim de suas atividades, o grupo conhecido como A-Team liberou uma lista com nomes, endereços e outras informações de pessoas que eles alegam ser os integrantes do LulzSec. Muitos acusam essa revelação como uma das causas para o término repentino do famoso grupo.

De acordo com a mensagem anunciada pelo A-Team, o LulzSec não é digno de tanta atenção, já que, depois de ter invadido a Playstation Network, eles não fizeram mais nada de significativo. Eles também acusam o grupo de estar recrutando novas pessoas por terem pouco conhecimento técnico, o que os impede de continuar na ativa.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/11061-quais-sao-os-grupos-hackers-mais-assombrosos-da-internet.htm#ixzz1Qa4y9Ca5

 

Update que desabilita o autorun em portas USB

Os pendrives são uma das maneiras que os criadores de vírus utilizam para infectar o computador de suas vítimas. Eles se valem de uma função do Windows que permite que arquivos sejam executados de maneira automática depois do dispositivo ser espetado na porta USB.
Esta função é conhecida como Autorun.

A Microsoft liberou uma atualização, que acabará com esse tipo de problema.
A empresa desabilitou a função Autorun em portas USB para que assim, quando um pendrive infectado for conectado ao PC, este não sofra com vírus.

O Autorun ainda está habilitado para leitores de CD, DVD e Blu-Ray. A Microsoft alega que não ocorre disseminação de vírus através desse tipo de vírus. Nos computadores com Windows 7, a função Autorun é desabilitada por padrão, por isso a atualização foi liberada para Windows XP, Vista e 2000 através do Windows Update.

fonte: http://blogandomicrosoft.wordpress.com/2011/05/27/update-que-desabilita-o-autorun-em-portas-usb/

Nova vulnerabilidade do Internet Explorer

A Microsoft notificou publicamente seus usuários de uma brecha encontrada que afeta todas as versões do seu navegador Internet Explorer. Explorando uma falha de segurança seria possível executar um código remoto dentro do processo iexplorer.exe. Se você usa o navegador, fique atento.

Microsoft revela falha de segurança no IE 

O projeto Metasploit recentemente publicou informações sobre esta vulnerabilidade que foge do ASLR (Address Space Layout Randomization) e ignora o DEP (Data Execution Prevention).
A falha de segurança existe devido a criação de uma memória não inicializada durante uma função de CSS não entendeu nada? Nem eu =/

Explicando no bom e velho português: Usando esta porta aberta um hacker pode criar uma página que tenha permissão para executar comandos na sua máquina remotamente.
Ainda não há nenhuma correção disponível, mas é possível utilizar o modo protegido nas versões Windows Vista e Windows 7 para restringir o acesso dos invasores.

Abraços

 

 fonte: http://blogandomicrosoft.wordpress.com/2011/02/07/nova-vulnerabilidade-do-internet-explorer/

Service Packs para Windows

Como sabemos, os pacotes de correção da Microsoft (os famosos Service Packs) servem para manter o o Windows atualizado, seguro e livre de bugs que podem servir como brecha para ataques de usuários mal-intencionados. Se o seu Windows anda desatualizado, aproveite nossa seleção e corrija os bugs do sistema. Tem patches oficiais para todas as versões do Windows.

Confira a seleção!

Windows 7 Service Pack 1 (SP1) Em português Ouro


 


Windows Vista Service Pack 2 (SP2) Em português Ouro

Windows Vista Service Pack 1 (SP1) Em português Ouro

 


 

Windows XP Service Pack 3 (SP3) Em português Ouro
Windows XP Service Pack 2 (SP2) Em português Ouro

Windows XP Service Pack 1 (SP1) Em português Ouro

 


Windows 2000 Service Pack 4 (SP4) Em português Bronze

Windows 2000 Service Pack 3 (SP3) Em português Bronze

Windows 2000 Service Pack 2 (SP2) Em português Bronze

Windows 2000 Service Pack 1 (SP1) Em português Bronze


 


Unofficial Windows 98 SE Service Pack Ouro

 

 

 

 Abraços

Microsoft Windows Malicious Software Removal Tool

Em comunicado, foi detalhado que a ferramenta não será distribuída por meio do
Software Update Services (SUS)

A Microsoft anunciou nesta semana o lançamento de uma versão atualizada do Microsoft Windows Malicious Software Removal Tool no Windows Server Update Services (WSUS), Windows Update (WU) e no centro de download.

Depois de baixada, a ferramenta é executada uma vez para verificar se o computador está infectado por determinados softwares mal-intencionados comuns (inclusive Blaster, Sasser e Mydoom).
Conforme a fabricante, o programa é diferente de um produto de antivírus.
A seção para usuários avançados inclui informação para os administradores de TI e informações adicionais sobre como gerenciar e executar a Ferramenta de Remoção de Software Mal-Intencionado.  

 

A Ferramenta de Remoção de Software Mal-Intencionado não substitui um produto de antivírus.
Esta é estritamente uma ferramenta de remoção para ser executada após a infecção.
Portanto, é altamente recomendável instalar e usar um programa antivírus atualizado.
A Ferramenta de Remoção de Software Mal-Intencionado da Microsoft é diferente de um produto antivírus em três aspectos:

  • A ferramenta remove apenas o software mal-intencionado de um computador já infectado.
    Os antivírus bloqueiam a execução de softwares mal-intencionados em um computador.
    É muito mais desejável bloquear a execução de softwares mal-intencionados do que removê-los após a infecção.
  • A ferramenta remove apenas softwares mal-intencionados disseminados específicos. Softwares mal-intencionados disseminados específicos são um subconjunto pequeno de todos os softwares mal-intencionados que existem hoje.
  • A ferramenta se concentra na detecção e remoção de softwares mal-intencionados ativos.
    Os softwares mal-intencionados ativos são aqueles que estão em execução no computador.
    A ferramenta não pode remover os softwares mal-intencionados que não estão em execução. Entretanto, um produto antivírus pode realizar essa tarefa.

Saiba mais aqui.

 

  1. Faça logon no computador como um administrador, como um usuário que é membro de um grupo de Administradores ou tenha em mãos a senha de administrador para quando o computador solicitar que você a providencie. Caso você não saiba se atende a esses critérios, execute as etapas para o sistema operacional sendo executado no computador.

    Recolher esta tabela Expandir esta tabela

    Caso o seu computador esteja executando
    Execute as seguintes etapas:

    Windows 7

    1. Clique em “Iniciar” Botão Iniciar , aponte para “Todos os programas”, e clique em “Windows Update”.
    2. No painel à esquerda, clique em “Alterar configurações”.
    3. Clique para selecionar “Instalar atualizações automaticamente (recomendado)”.
    4. Em “Atualizações recomendadas”, clique para marcar a caixa de seleção “Envie-me atualizações recomendadas da mesma maneira como eu recebo atualizações importantes” e clique em OK. Caso uma senha de administrador ou uma confirmação seja solicitada, digite a senha ou forneça uma confirmação. Vá para a etapa 3.

    Windows Vista

    1. Clique em “Iniciar”  Botão iniciar e clique em “Iniciar Pesquisa”.
    2. Na caixa “Iniciar pesquisa”, digite “timedate.cpl” e pressione “ENTER”. A caixa de diálogo “Data e hora” é aberta.
    3. Na guia “Data e hora”, clique em “Alterar data e hora”. Se a caixa de diálogo “Controle de conta de usuário” abrir, clique em “Continuar”.
    4. Caso seja solicitado que você digite uma senha de administrador e você veja nomes de conta de administrador listados, você não está conectado com uma conta de administrador do computador. Digite a senha do administrador e pressione “ENTER”. Caso você não saiba a senha de administrador, você deverá solicitar ajuda ao administrador do seu computador.
      Por outro lado, caso não seja solicitado que você digite uma senha de administrador, você já está conectado com uma conta de administrador do computador.
      Clique em “Cancelar” e em “Cancelar” novamente para fechar a caixa de diálogo “Data e hora”. Vá para a etapa 2.

    Windows XP ou Windows Server 2003

    1. Clique em “Iniciar” e observe o nome de usuário na parte de cima o menu “Iniciar”.
    2. Clique em “Contas de usuário”.
    3. Abaixo do seu nome de usuário, você deve ver “Conta limitada” ou “Administrador do computador”. Caso você veja “Administrador do computador”, vá para a etapa 2. Caso contrário, se você não estiver vendo “Administrador do computador”, clique em “Iniciar” e clique em “Fazer Logoff”.
    4. Quando for solicitado, clique em “Alterar usuário”.
    5. Na tela “Bem-Vindo”, pressione “CTRL+ALT+DELETE” pressionando ao mesmo tempo as teclas “CTRL e ALT” e então pressionando a tecla “DELETE”. A caixa de diálogo “Fazer Logon no Windows” é exibida.
    6. Na caixa “Nome do usuário”, digite Administrador. Na caixa “Senha”, digite a senha de administrador caso tenha criado uma durante a instalação do Windows XP. Caso não tenha atribuído uma senha ou caso não saiba a sua senha, deixe a caixa “Senha” em branco. Clique em “OK”.
  2. Ative o recurso de “Atualizações Automáticas do Windows”.
    Se desejar que nós ativemos as Atualizações Automáticas para você, vá para a seção “
    Corrigir para mim“. Se preferir habilitar as Atualizações Automáticas você mesmo, vá para a seção “Desejo corrigir sozinho“.

Corrigir para mim

Para corrigir o problema automaticamente, clique no link “Corrigir este problema”.
Em seguida, clique em “Executar” na caixa de diálogo “Download de Arquivo” e siga as etapas descritas neste assistente.


Ativar Atualizações Automáticas
Corrigir este problema
Microsoft Fix it 50362

Desativar Atualizações Automáticas
Corrigir este problema
Microsoft Fix it 50363

fonte: http://blogandomicrosoft.wordpress.com/2010/11/18/microsoft-windows-malicious-software-removal-tool/

Observação Se o seu computador está executando o Service Pack 2 (SP2) do Windows XP, as Atualizações Automáticas estão ativadas por padrão. Você não tem certeza se o recurso de Atualizações Automáticas está ativado?
Execute as etapas a seguir para determinar se o recurso de Atualizações Automáticas está ativado:

 

Porque a Ferramenta de Remoção de Software Mal-Intencionado da Microsoft é diferente de um produto de antivírus?

Saiba o que é: virus, spam, spyware worm e phishing

PERIGO: VIRUS

Vírus

VÍRUS

Um vírus de computador é um programa malicioso desenvolvido por programadores que, tal como um vírus biológico, infecta o sistema, faz cópias de si mesmo e tenta se espalhar para outros computadores, utilizando-se de diversos meios.

A maioria das contaminações ocorre pela ação do usuário executando o arquivo infectado recebido como um anexo de um e-mail. A contaminação também pode ocorrer por meio de arquivos infectados em pen drives ou CDs. A segunda causa de contaminação é por Sistema Operacional desatualizado, sem correções de segurança, que poderiam corrigir vulnerabilidades conhecidas dos sistemas operacionais ou aplicativos, que poderiam causar o recebimento e execução do vírus inadvertidamente. Ainda existem alguns tipos de vírus que permanecem ocultos em determinadas horas, entrando em execução em horas especificas.

Worm

WORM

Um Worm (verme, em português), em computação, é um programa auto-replicante, semelhante a um vírus. Enquanto um vírus infecta um programa e necessita deste programa hospedeiro para se propagar, o Worm é um programa completo e não precisa de outro para se propagar.
Um worm pode ser projetado para tomar ações maliciosas após infestar um sistema, além de se auto-replicar, pode deletar arquivos em um sistema ou enviar documentos por email.
A partir disso, o worm pode tornar o computador infectado vulnerável a outros ataques e provocar danos apenas com o tráfego de rede gerado pela sua reprodução – o Mydoom, por exemplo, causou uma lentidão generalizada na Internet no pico de seu ataque.

Spam

SPAM

O termo Spam, abreviação em inglês de “spiced ham” (presunto condimentado), é uma mensagem eletrônica não-solicitada enviada em massa. Na sua forma mais popular, um spam consiste numa mensagem de correio eletrônico com fins publicitários. O termo spam, no entanto, pode ser aplicado a mensagens enviadas por outros meios e em outras situações até modestas. Geralmente os spams têm caráter apelativo e na grande maioria das vezes são incômodos e inconvenientes.

Spyware

SPYWARE

Spyware consiste num programa automático de computador, que recolhe informações sobre o usuário, sobre os seus costumes na Internet e transmite essa informação a uma entidade externa na Internet, sem o seu conhecimento nem o seu consentimento. Diferem dos cavalos de Tróia por não terem como objetivo que o sistema do usuário seja dominado, seja manipulado, por uma entidade externa, por um cracker. Os spywares podem ser desenvolvidos por firmas comerciais, que desejam monitorar o hábito dos usuários para avaliar seus costumes e vender este dados pela internet. Desta forma, estas firmas costumam produzir inúmeras variantes de seus programas-espiões, aperfeiçoando-o, dificultando em muito a sua remoção.

Por outro lado, muitos vírus transportam spywares, que visam roubar certos dados confidenciais dos usuários. Roubam dados bancários, montam e enviam registros das atividades do usuário, roubam determinados arquivos ou outros documentos pessoais. Com frequência, os spywares costumavam vir legalmente embutidos em algum programa que fosse shareware ou freeware.
Sua remoção era por vezes, feita quando da compra do software ou de uma versão mais completa e paga. Traduzindo ao pé da letra, Spyware significa “aplicativo ou programa espião”.

Phishing

PHISHING

Em computação, phishing é uma forma de fraude eletrônica, caracterizada por tentativas de adquirir informações sigilosas, tais como senhas e números de cartão de crédito, ao se fazer passar como uma pessoa confiável ou uma empresa enviando uma comunicação eletrônica oficial, como um correio ou uma mensagem instantânea. Na prática do Phishing surgem artimanhas cada vez mais sofisticadas para “pescar” (do inglês fish) as informações sigilosas dos usuários.

Confira o video logo abaixo explicando melhor sobre eles:

fonte –  http://blogandomicrosoft.wordpress.com/2010/11/15/saiba-o-que-virus-spam-spyware-worm-e-phishing/

Microsoft Security Essentials 2.0 Beta

Microsoft Security Essentials 2 Beta, a nova versão do antivírus gratuito da empresa lançado em setembro do ano passado para reverter o insucesso do Windows Live OneCare.

Microsoft Security Essentials 2.0 Beta 2.0.0522.0

Novas funcionalidades

* Integração ao Windows Firewall: Durante a instalação o programa interroga o usuário sobre a possibilidade de integração ao Firewall do Windows.
* Maior proteção contra ameaças: O Microsoft Security Essentials 2 integra agora com o Internet Explorer para fornecer proteção contra ameaças web.
* Nova engine de proteção: O novo anti-malware oferece detecção aprimorada.
* Sistema de inspeção de Rede: Proteção contra exploits.

Sobre o Microsoft Security Essentials

O Microsoft Security Essentials oferece proteção em tempo real para o PC da sua casa, que protege contra vírus, spyware e outros softwares mal-intencionados.

O antivírus é simples de se instalar e usar. Basta realizar o download gratuitamente e você terá a certeza de que seu computador está protegido pela mais avançada tecnologia. Quando o status estiver verde, você estará seguro.

O Microsoft Security Essentials é executado em segundo plano, para que você esteja livre para usar o seu computador da maneira que preferir, sem interrupções e sem um longo tempo de espera.

Além disso, ele também se incorpora ao Internet Explorer para aumentar a segurança, protegendo os usuários contra a execução de scripts maliciosos.

As atualizações do Microsoft Security Essentials pode ser realizadas pelo Windows Update, ou de modo manual pelo botão “Atualizar” do programa.

Microsoft Security Essentials 2.0 Beta 2.0.0522.0

O esquema de alerta de segurança, foi mantido integralmente: a barra verde na janela do software indica que está tudo bem, a laranja sinaliza que algo precisa ser verificado, e a vermelha, indica que o software detectou alguma ameaça no computador.

O Microsoft Security Essentials sempre agradou a todos com suas funcionalidades simples e eficiente, e esta versão foi fortemente aprimorada, o que pode desbancar alguns excelentes programas da categoria.

Como baixar

Para baixar o Microsoft Security Essentials será obrigatório o uso de suas credenciais do Hotmail (aquele seu email do Windows Live Messenger servirá). Clicando no botão verde abaixo para fazer o download, informe os dados de seu email na página que abrir e prossiga até chegar a uma tela como abaixo.

Microsoft Security Essentials 2.0 Beta 2.0.0522.0

Preencha os dados obrigatórios e continue até a próxima tela.

Microsoft Security Essentials 2.0 Beta 2.0.0522.0

Agora clique sobre o link “Download Microsoft Security Essentials Beta” e escolha a versão (32 ou 64bits) compatível com seu sistema. Depois é só clicar no botão “Download” ou “Baixar” na próxima página que se abrir.

Microsoft Security Essentials 2.0 Beta 2.0.0522.0

Detalhes do arquivo

Tamanho: 7,50 Mb
Licença: Gratuito
Roda em: Windows XP, 7 e Vista

Microsoft Security Essentials 2.0 Beta 2.0.0522.0

*Para instalar o Microsoft Security Essentials, é necessário que você seja usuário do Windows original. Saiba mais sobre a cópia original. Saiba mais sobre o original

 

 Fonte: http://blogandomicrosoft.wordpress.com/2010/11/11/microsoft-security-essentials-2/